CONHEçA OS 10 ERROS DE VIAGEM MAIS COMUNS E COMO EVITá-LOS

Quanto mais experiente é o viajante, mais histórias de erros de viagem que cometeu ele tem para contar. Quem nunca perdeu o voo ou esqueceu de carregar a bateria da máquina fotográfica antes de sair para um tour? Afinal de contas, é complicado estar em um lugar novo – com uma língua e, às vezes, alfabeto diferentes -, tendo que se achar no mapa, converter moeda, se preocupar com os batedores de carteira, não perder os filhos de vista, decifrar menus só pelas figurinhas, pechinchar preços, tirar fotos e ainda ter tempo para sorrir e se divertir.

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O melhor é fazer uma ‘check list’ de itens essenciais para a viagem e, assim, minimizar o risco de embarcar em possíveis furadas. É claro que existem itens óbvios, como documentação, reservas e passagens, mas outros nem sempre saltam aos nossos olhos de cara e podem acabar sendo notados apenas quando já viraram um problema.

Houve quem viajasse para o Havaí durante o Campeonato Mundial de Ironman, um mega evento local quase desconhecido entre brasileiros, e tenha tido que dormir no carro alugado pela total ausência de leitos disponíveis na cidade. Ou quem fosse para a França no auge do verão apenas com roupas de verão na mala e acabasse tendo que comprar tudo novo porque uma frente fria derrubou as temperaturas para 12ºC durante duas semanas.

A moça que foi a um restaurante fino de Nova York e não viu quando alguém levou sua bolsa pendurada na cadeira, com o passaporte dentro, etc etc etc. Para ajudar, montamos uma lista com os 10 erros de viagem mais comuns, mesmo entre viajantes super experientes, e dicas para que você saiba como evitá-los:

1 – Carregar o passaporte na bolsa

A regra de ouro e número 1 de todo viajante é manter seu passaporte em segurança. Isso significa que lugar de passaporte não é na rua, dentro da sua bolsa, carteira ou mochila, mas sim trancado no locker ou cofre do hotel. Quando precisar levá-lo, use uma bolsinha por baixo da roupa. Assim, você evita perdas, roubos e todo o estresse de ter que fazer um documento emergencial em um país estrangeiro.

 

2 – Não ter um lugar para dormir na primeira noite

Mesmo se você é do tipo que gosta de chegar na cidade, sentir o clima e só então escolher onde se hospedar, é bom ter uma reserva para dormir pelo menos na primeira noite. Isso evita que, tendo atrasos no percurso, você chegue depois do horário de fechamento do comércio (especialmente em cidades pequenas e praias), ou tenha que aceitar o único quarto caríssimo que sobrou no hotel, ou seja obrigado a dormir no banco da praça se estiver ocorrendo um grande evento local e todos os leitos estiverem ocupados.

3 – Esquecer de carregar as baterias

 

Quem nunca acordou em cima da hora e se deu conta de que está quase sem bateria no celular??? Claro que é possível levar um cabo e procurar uma tomada em algum cantinho, mas isso pode se tornar um problema se você for fazer um tour e não tem tempo de parar, ingresso com hora marcada, se for visitar um parque natural, passear de barco, balão ou estiver saindo para um bom dia de trekking pela natureza.

A melhor forma de evitar que isso aconteça é investir em um carregador universal portátil, ou ‘power bank’. Há modelos com preços muito acessíveis – menos de R$ 50 – e que garantem pelo menos uma carga no celular. Já quem ainda prefere usar câmeras fotográficas em vez de usar o celular, deve ter sempre uma bateria ou pilhas extras na bolsa. Só não pode esquecer de colocar essas na tomada também, né???

   

4 – Levar uma mala gigante

Bagagem com mais de 10 quilos vai dar trabalho para carregar, ainda mais se você estiver com pressa ou se o seu destino incluir trajetos no mar e locomoção em transporte público. Já imaginou levar uma mala dessas em um barco de madeira nas Filipinas? Além disso, ela precisa ser despachada e pode se extraviar; se torna um pesadelo guardá-la em qualquer locker de hostel e ainda atiça a curiosidade de eventuais maus elementos por aí. E se quebrar a rodinha…

 

5 – Só levar roupa para uma estação

Mesmo que você vá para o Saara no verão ou para a Antártida no inverno, leve pelo menos uma muda de roupa para a temperatura oposta. Ambientes fechados muitas vezes são climatizados e podem ter temperaturas extremamente diferentes das que você enfrenta do lado de fora. E nada impede que aquela virada no tempo que não se via há 15 anos aconteça exatamente quando você estiver por lá.

Além disso, é preciso contar que escalas em lugares que não o seu destino final podem render boas horas de turismo, mas em condições bem adversas, como Bogotá (escala) e NY (destino final). E você ficará impedido de qualquer passeio se não tiver uma blusa sem manga para enfrentar o calor ou um cachecol quentinho contra o frio.

 

6 – Não cuidar os horários do local de hospedagem

E dar de cara com a porta fechada e uma plaquinha dizendo ‘das 8h às 22h’. Nem todo estabelecimento tem recepção funcionando 24 horas, principalmente hostels e hotéis pequenos. Então preste atenção ao horário que você vai chegar e confira se eles estarão abertos. Na maioria das vezes, basta mandar um e-mail ou mensagem de WhatsApp e haverá alguém esperando para abrir a porta.

 

7 – Não reservar com antecedência tours muito disputados

Ter liberdade para improvisar no roteiro sempre é bom, mas é legal também prestar atenção quando se trata de pontos turísticos muito concorridos, como o Top of the Rock (NY) e a Torre Eiffel (Paris); ou tours com vagas limitadas por dia, como o Underground River de Puerto Princesa (Filipinas).

Nestes casos, vale mais marcar um horário com antecedência e ‘engessar’ seu roteiro do que perder horas preciosas de passeio em uma fila quilométrica ou mesmo encarar a indisponibilidade de ingressos. Já imaginou ir até as Filipinas e voltar de mãos abanando?

 

8 – Perder o voo

Um clássico dos erros de viagem. Nunca subestime a distância, o trânsito e a fila de check in. Parece sua mãe falando, mas saia, sim, com toda a antecedência possível, principalmente se você não conhecer o caminho até o aeroporto. Pesquise onde fica o terminal da sua companhia aérea, pois há aeroportos gigantescos pelo mundo e muitos deles podem ser distantes ou necessitar de transporte interno, como o de Madri.

Se puder, faça o check in antecipado pela internet. Perder o voo em um país estrangeiro pode significar uma noite no aeroporto, pois muitos destinos internacionais têm saídas apenas uma ou duas vezes ao dia.

 

9 – Não pesquisar o clima antes de planejar uma viagem

Muitos países enfrentam extremos climáticos em determinadas épocas do ano, o que pode arruinar aquelas férias sonhadas durante tanto tempo. Não é recomendado visitar o Egito no verão, por exemplo, quando os termômetros passam dos 50ºC e ninguém sai na rua entre o início e o fim da tarde. Também pode ser uma furada ir a Machu Picchu no verão, mas por causa das fortes chuvas, que costumam causar inundações, desabamentos e fechamento de estradas.

A chuva, aliás, é um grande problema em vários países turísticos da Oceania e da Ásia. Polinésia Francesa, Indonésia, Filipinas, Tailândia, Camboja, Vietnã e Índia são alguns dos que sofrem com as chamadas monções, épocas do ano em que as precipitações são muito fortes e constantes. Isso sem falar na temporada de furacões nos EUA, México e Caribe.

 

10 – Não verificar os documentos necessários para entrar ou fazer escala em um país

Chegar na fronteira sem os papéis solicitados pela imigração pode virar uma grande dor de cabeça. Mesmo que você viaje por agência, confira no site do Itamaraty tudo o que é necessário para garantir sua entrada e se certifique que terá à mão os documentos eventualmente solicitados. Pouca gente sabe que a Índia exige visto prévio para brasileiros, por exemplo, ou que isso também é necessário para quem vai fazer um voo com escala no Canadá.

Outro países não pedem autorização com antecedência, mas podem solicitar comprovantes de que você está com a passagem de volta marcada antes mesmo de embarcar, de que tem hotel reservado ou carta-convite da pessoa que vai hospedá-lo, que fez a vacina contra febre amarela com pelo menos 10 dias de antecedência etc.

 

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